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21.9.03

Opiniões sobre o parque 

Aqui fica mais uma opinião sobre este tema.

Não poderia deixar de concordar com a oportunidade do artigo. De facto o parque da cidade ficou pior. Onde passarão os idosos as suas horas ? Recordarão as frontosas árvores e as sombras que foram destruídas. Reconstruir, reestruturar não é destruir tudo, é aproveitar o bom que estava e melhorar. O arquitecto do parque, quis que o seu nome perdurasse na memória dos albicastrenses e dos visitantes do parque. Por mim fica, como autor de um deserto. Dizem que o espaço central é para espectáculos ? Então porque destruiram o coreto ? Porque destruiram o palco e o ecran da mata dos Loureiros ? Gastaram-se 350.000 ¿ em pedra, pedra e mais pedra, esquecendo-se de quem deve usufruir do Parque as pessoas.

Albi2

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8.9.03

Parque da cidade - opiniões  

1. O Parque da Cidade é mais uma obra serventuária do inefável Morão mediático: muitos rolos e película se gastaram nas reportagens e entrevistas...

2. Apetece-me dizer que o exército do cow-boy texano devastou a área central do Parque; assiste-se, presentemente, a uma terra devastada, árida e inerte- qual Bagdad nos dias de cólera...

3. Os putos citadinos, desconhecedores dessas culturas dos confins chamadas alfaces, couves e cebolas, já têm oportunidade de conhecê-las...

4. Esperava mais e melhor? Sim, esperava muito mais e muito melhor; sobretudo, sinto que se percebeu uma oportunidade única...

5. Deus pode, Morão quer e o albicastrense sofre...

Um poema deserto
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4.9.03

O parque da cidade 

O Albicastrense gostava de abrir um debate sobre a remodelação do parque da nossa querida cidade. Assim sendo, enviem-nos as vossas opiniões para o nosso email ou simplesmente deixem um comentário. Todos os textos serão publicados no Albicastrense.
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2.9.03

O regresso 

O Albicastrense está de volta.
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13.7.03

Férias 

O Albicastrense vai de férias. Até Setembro.
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Um pouco de história (continuação) 

No entanto, o foral de Elvas, de 1271, refere que ali esteve "Domingos Dominguiz alcade de Moncarche com cartas do Mestre e freires da Ordem do Templo a pedir certidão dos boõs foros e os boõs usus e os costumes de Elvas, que se davam e outorgavam aos povoadores de Moncarche vel Castelo Branco de Moncarchino." (J. Ribeiro Cardoso). Ora, em 1271, D. Pedro Alvito já falecera há muito! J. Ribeiro Cardoso aponta como possível solução do problema a lição de Gama Barros: "O que parece indubitável em relação a muitos foraes é que a redução do diploma a escrito foi posterior á constituição do concelho."
Mais tarde, em 1510, D. Manuel concedeu-lhe novo foral.
No séc. XIII, a vida em Castelo Branco desenrolava-se dentro das muralhas e é nos finais da Idade Média, com o aumento demográfico, que a vida cresce para fora destas, alterando assim todo o centro cívico, político e económico. Em 1285, D. Dinis e sua mulher visitam Castelo Branco. Na sequência desta visita, foi mandada construir a cerca da vila, cinta de muralhas que protegiam o casario, obra concretizada já no reinado seguinte, de D. Afonso IV.
No séc. XVI assiste-se à fundação da Misericórdia, à construção dos conventos dos frades Agostinhos (1526) e dos Capuchos (1562) e da Igreja de S. Miguel (Sé). Surgem, no entanto, construções nos arrabaldes da Vila e pouco a pouco as casas foram engolindo as antigas muralhas e uma parte da população estendia-se pelo campo. D. João II, em 1535, concede a Castelo Branco o título de " Vila Notável" .
Nos finais do séc. XVI, o bispo da Guarda, D. Nuno de Noronha, edifica um palácio (Paço Episcopal de C. Branco), actual Museu Tavares Proença Júnior. O edifício, que servia de residência de Inverno aos bispos da diocese da Guarda, e o espaço circundante foram sendo enriquecidos ao longo dos anos pelos bispos que se seguiram,. Na primeira metade do séc. XVIII, o bispo D. João de Mendonça mandou construir o Jardim anexo ao Paço, inspirado na arte barroca de Itália e França.
(...) Em 1771, por alvará de 20 de Março, a carta régia de 15 de Abril, D. José I atribuiu ao burgo albicastrense a categoria de cidade, tendo-se assistido à criação da Diocese de Castelo Branco, pelo Marquês de Pombal, facto decisivo para afirmar a primazia de Castelo Branco.
No séc. XIX, assiste-se a um marasmo na evolução da cidade para o qual contribuíram as tropas de Junot (a primeira coluna do exército invasor chegou a 20 de Novembro de 1807), que se instalaram na cidade, semeando a fome e a destruição. A necessidade da reconstrução levou os particulares a retirarem pedras do castelo e do paço para a reconstrução das habitações e quintais e posteriormente à venda de pedra e telha do castelo pela própria Câmara Municipal (1835). A esta destruição junta-se uma enorme tempestade que assolou a região provocando o desabamento da última torre da muralha (anos 30) . A sede diocesana, criada em 1771, foi extinta em 1881, mas já a cidade era a capital da Beira Baixa.
No início do séc. XX começa a desenhar-se o aspecto actual da cidade. Estende-se por todo o vale, a Nordeste, Este, Sul e Sudoeste do antigo outeiro da Cardosa, com os bairros residenciais (sendo um deles, o Bairro Ribeiro das Perdizes no qual se situa a Escola EB 2/3 Cidade de Castelo Branco) e a zona industrial na periferia . Apesar de ser uma cidade de interior possui uma situação geográfica privilegiada que fez com que, muito cedo, tenha representado o papel de uma terra de encruzilhada (...), fala-se na existência desde o séc. XII de livre circulação de mercadorias e, já no séc. XVII considerava-se (...) como local de passagem obrigatória entre a Beira e o Alentejo.
Escola EB 2/3 Cidade de Castelo Branco
albicastrense@portugalmail.pt
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9.7.03

Ainda as rotundas 

Rotunda da Europa (foto jornal reconquista)
Como O Albicastrense é um blogue aberto a toda a comunidade albicastrense e fica muito satisfeito com a colaboração dos seus leitores, aqui se regista a opinião de um conterrâneo efectuada num comentário ao post intitulado Rotundas
As rotundas ficam bem!!! Pouco $$, talvez não seja bem assim. Quanto custou a Rotunda Europa, Alguns milhares de euros. Tudo bem... Não nos podemos esquecer que esta cidade não se pode desenvolver só com rotundas. Quantos postos de trabalho foram criados? Que empresas vieram para o distrito? Já sei, é da conjuntura económica

Paulo.
albicastrense@portugalmail.pt
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8.7.03

Obras 

O programa Polis já chegou ao largo da devesa. Finalmente vamo-nos ver livres daquela aberração urbanística.O único senão é o estacionamento automóvel que se tornou mais dfícil, mas é por uma boa causa. Afinal já só faltam 542 dias para as obras terminarem.
albicastrense@portugalmail.pt
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